quinta-feira, 19 de abril de 2012

Sob pressão, Brics deve decidir hoje se reforça caixa do FMI

Fonte: O Globo

WASHINGTON — O resultado final do encontro de primavera do Fundo Monetário Internacional (FMI) começa a ser desenhado nesta quinta-feira, com a reunião entre Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, países que compõem o bloco Brics, grupo das principais economias emergentes. Sob pressão do Fundo, que até quarta-feira contabilizava assegurados US$ 320 bilhões em recursos novos para socorrer países-membros que sucumbam diante dos efeitos da crise financeira internacional, o Brics deve definir se contribuirá para o reforço de caixa do Fundo. Os emergentes querem, em troca, que os ministros reunidos no comitê do organismo _ órgão máximo de deliberação _ acordem ao menos uma declaração final forte em favor de mudanças no cálculo de cotas do FMI que reflitam o maior peso dos cinco países na economia global e aumentem seu poder na instituição.
O cacife do Brics é estimado em cerca de US$ 80 bilhões. A ordem de grandeza remete ao aporte que os países fizeram (à exceção da África do Sul) em 2009, quando o FMI precisou de reforço para lidar com as consequências da crise inaugurada em setembro de 2008 com a quebra do banco americano Lehman Brothers. Naquela ocasião, a China colocou à disposição US$ 50 bilhões e Brasil, Rússia e Índia, US$ 10 bilhões cada.
O valor, porém, pode mudar, caso o Brics decida colaborar. Isso porque ele vai depender do tamanho que for acordado para o colchão que o FMI está montando. Depois que os países da Zona do Euro limitaram sua contribuição a US$ 200 bilhões, contra recomendação do organismo de que seriam necessários US$ 500 bilhões, as necessidades de reforço estão sendo recalculadas. Um grupo de trabalho vem se reunindo a semana toda para fechar um número. Autoridades como a diretora-gerente do FMI, Christine Largade, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, tem dito que a ordem de grandeza estaria na casa de US$ 400 bilhões.
A expectativa é que o tamanho final deste reforço — se ele será acertado já neste encontro de primavera e em qual formato — seja definido na sexta-feira, após os encontros do G-20 (grupo que congrega as 20 maiores economias do mundo) e do Comitê Monetário e Financeiro Internacional (órgão consultivo, formado pelos ministros ou presidentes dos Bancos Centrais dos 24 países, Brasil incluído, que comandam diretorias no FMI).
— Alguma coisa vai sair. Pode-se definir apenas um valor global para o reforço, pode sair uma estrutura detalhada e pode não sair nada, adiando a decisão, por exemplo, para a próxima reunião de cúpula do G-20. As discussões ainda caminham, há alguns países desenvolvidos que ainda estão hesitando e o Brics querem mais garantias para a implementação da mudança das cotas — afirmou ao GLOBO uma fonte que participa das negociações.
Os Estados Unidos eram o principal país rico a impor obstáculos ao reforço de caixa do FMI, por entender que os europeus deveriam, primeiro, construir seu próprio colchão e demonstrar comprometimento com a implementação de políticas que melhorem a condição da região. Porém, no fim de março, a Zona do Euro concordou em reforçar seus fundos de estabilização e contenção de crise, que agora contam com US$ 800 bilhões.
Apesar de se discutir se o valor e os ajustes em curso são suficientes, a iniciativa europeia atenuou o discurso americano. Na quarta-feira, o secretário do Tesouro dos EUA, Timothy Geithner, salientou que não se quer "as pessoas olhando para o FMI como uma maneira de substituir uma resposta europeia mais enérgica". Mas afirmou que o organismo multilateral está a caminho de reuir recursos para enfrentar novas situações adversas.
— O FMI está em uma posição muito boa (...) para demonstrar ao mundo que (...) tem a capacidade de levantar capital adicional de outros países muito, muito rapidamente se precisar fazer isso — disse Geithner. Acho que isso é bom porque provará ao mundo que existe uma capacidade substancial que pode reforçar o que os europeus estão fazendo e ajudar a aliviar, se necessário, os efeitos de qualquer trauma europeu no resto do mundo.
Maior acionista do Fundo, os EUA têm na prática poder de veto na instituição. Os americanos, porém, não vão contribuir para o reforço de caixa do FMI, pois seus aportes são gastos federais, que precisam ser aporvados pelo Congresso. Em ano de eleição, esta tarefa seria políticamente desgastante e provavelmente inviável.
Outras nações avançadas já anunciaram compromisso com o aumento de disponibilidade de recursos ao FMI e este fato vem sendo usado esta semana por Lagarde para pressionar pela "inevitabilidade" do reforço de caixa. Além da Zona do Euro, com US$ 200 bilhões, o Japão assegurou US$ 60 bilhões, a Suécia, US$ 10 bilhões, a Noruega, US$ 9,3 bilhões, a Dinamarca, US$ 7 bilhões e a Polônia, US$ 7 bilhões.
Ao celebrar as manifestações, por meio de nota ontem à noite, Lagarde destacou o "apoio firme" em nome do "espírito do multilateralismo" e salientou que "garantir que o Fundo tenha recursos suficientes para conter crises e promover a estabilidade global mundial é do interesse de todos os seus membros".
— (Os últimos anúncios) elevam a US$ 320 bilhões os compromissos assumidos até agora. Eu me sinto, evidentemente, muito encorajada por esta forte demonstração de apoio ao Fundo e aguardo novos compromissos de outros sócios — disse Christine Lagarde.
Apesar dos apelos, o Brics deve tentar arrancar até o último minuto das negociações um aumento de seu poder no FMI como contrapartida à disponibilidade de mais recursos ao organismo multilateral. Os países querem que uma nova fórmula seja implementada para o cálculos de cotas na instituição, levando em consideração o tamanho das economias. São vários os parâmetros estudados, como Produto Interno Bruto (PIB) nominal, PIB em Poder de Paridade de Compra da moeda (PPP, na sigla em inglês), grau de abertura da economia e participação das nações no comércio global, para citar alguns.
— Há uma resistência muito grande ainda, obviamente de quem vai perder. É o caso da Europa, que está super-representada no FMI, e de países menores — explicou uma fonte ao GLOBO.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Brics:bancos oficiais fazem acordo para emprestar em moeda local

Via Estadão.com

REUTERS
SÃO PAULO, 29 MAR - Os bancos de desenvolvimento de Brasil, China, Rússia, Índia e África do Sul, que compõem o bloco dos Brics, assinaram nesta quinta-feira um acordo que estabalece regras gerais para a concessão de linhas de crédito em moeda local.
O objetivo do acordo, firmado durante reunião dos Brics em Nova Dhéli, é promover a intensificação das relações econômicas entre os países emergentes, segundo nota à imprensa do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
"Uma vez que estejam firmados acordos bilaterais entre cada um dos bancos, poderão ser realizados empréstimos nas moedas locais. As instituições deverão examinar as condições em que tais empréstimos serão viáveis, em função da legislação e das normas de seus respectivos países", informou o BNDES.
Foi assinado ainda documento que define regras para a confirmação de cartas de crédito em operação de exportação entre os cincos países.
Ambos os acordos têm vigência de cinco anos.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Vício em Internet: um mau a combater

Talvez este vício da internet tenha deixado um mundo pior e desumano.
 Redes sociais estão derrubando as relaçoes humanas?
Veja logo a seguir uma reportagem interessante.

http://contabilidadefinanceira.blogspot.com/2012/02/viciados-em-internet-anonimos.html

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Novo Grupo de Normas Contábeis, Liderado pelo Brasil, Dá Voz à America Latina no IASB

O Grupo, denominado Glenif, é presidido por Juarez Domingues Carneiro, do Conselho Federal de Contabilidade

O Brasil, representado pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), foi eleito líder do novo grupo de emissores de normas contábeis dos países da América Latina (Glenif, na sigla em Espanhol ou Glass, em Inglês). O organismo, criado em junho último, é dirigido por Juarez Domingues Carneiro, também presidente do CFC, e tem por objetivo trabalhar em parceria com o IASB (International Accounting Standards Board - Comitê Internacional das Normas Internacionais de Contabilidade), em aspectos técnicos, respeitando a soberania nacional de cada país membro. Além disso, é missão do Glenif promover a adoção da convergência das normas internacionais de Contabilidade e colaborar com governos, reguladores e outras organizações regionais, nacionais e internacionais que contribuam para a melhor qualidade financeira dos Estados.

Na prática, o Glenif (Grupo Latino-Americano de Emisores de Normas de Información Financiera) é formado por 12 países da América Latina. De acordo com Juarez Domingues Carneiro, o IASB, o principal órgão mundial no que diz respeito à padronização e fixação das normas contábeis, “ouve e fala" com o mundo por meio de blocos, procurando consenso entre Europa, América, Ásia e Oceania, os blocos já existentes formalmente.

“Agora, com a criação do Glenif, o Grupo representante dos países latinoamericano passa a ter voz e voto no IASB. Antes da formação do bloco, todo o processo de elaboração das novas normas internacionais era feito sem a participação efetiva do Brasil, dos países da América do Sul e do Caribe. No IASB, a posição consolidada em bloco tem muito mais força do que a opinião manifestada isoladamente por um país. E era justamente o que vinha acontecendo com os países integrantes da América Latina até o surgimento do Glenif”, explica Carneiro.

O Brasil vem implementando as normas internacionais no setor empresarial, incluindo as pequenas e médias empresas, no setor público, de auditoria e terceiro setor. Na visão de Juarez Carneiro, a criação do Glenif mostra o reconhecimento do estágio em que o País se encontra em termos de normatização. “Atuaremos em total parceria com o IASB. Temos, no Brasil, vários aspectos de liderança que estão sendo percebidos internacionalmente. O Glenif beneficiará todos os contabilistas, empresários contábeis e estudantes, além da sociedade de forma geral, visto que trabalharemos em prol da qualidade financeira dos países envolvidos”.

Em agosto, houve uma reunião de planejamento das ações do Grupo, na Venezuela, em que foram traçados os planos e metas do Glenif para os próximos dois anos. Vale destacar que na reunião foi aprovada a formação do primeiro Grupo Técnico de Trabalho cujo tema é a Agenda Futura do IASB, tendo como coordenador o professor Ricardo Lopes Cardoso. Integram o grupo profissionais indicados pelas organizações dos países que compõem o Glenif. Na próxima reunião do Glenif, agendada para o dia 26 de outubro, em São Paulo, será discutida e apresentada ao Diretório a proposta do GTT Agenda IASB (acesse o link http://www.cfc.org.br/conteudo.aspx?codMenu=328 e acompanhe o trabalho desenvolvido pelo GTT).

Está em processo de formação o segundo GTT – Consolidación en Empresas de Inversinón. Os países que integram o Glenif já estão indicando os seus representantes para o GTT, que será coordenado por representante da Argentina.

A diretoria do Glenif é constituída por: presidência, Juarez Domingues Carneiro, presidente do Conselho Federal de Contabilidade (CFC)-Brasil; vice-presidência, Jorge Gil, da Federación Argentina de Consejos Profesionales de Ciências Económicas (Facpce)-Argentina ; diretoria: Rafael Rodrigues Ramos, da Federación de Colégios de Contadores Públicos de Venezuela (FCCPV)- Venezuela; Felipe Pérez Cervantes, do Consejo Mexicano de Normas de Información Financiera (Cinif)- México;Wiston Fernandez, do Colegio de Contadores, Economistas y Administradores del Uruguay (CCEAU)- Uruguai; Mario Muñoz Vidal, do Colegio de Contadores de Chile- Chile.

Perfil de Juarez Domingues Carneiro- Juarez Domingues Carneiro é natural de Florianópolis Santa Catarina - Brasil, é formado em Ciências Contábeis (UFSC); Direito (UFSC) e Administração (ESAG); Especialista em Organização Sistemas e Métodos (UFSC); Especialista em Qualidade (Penn State University - State College - Pensylvania - USA); Mestre em Engenharia da Produção - Inovação Tecnológica – (UFSC); Doutorando em Engenharia e Gestão Conhecimento (UFSC); Doutorando em Contabilidade (Universidade de Aveiro - Portugal); Ex-Presidente do Conselho Regional de Contabilidade de Santa Catarina (CRCRSC); Ex-Conselheiro do Conselho Regional de Administração (CRASC); Professor de Cursos de Graduação e Pós- graduação; Diretor Martinelli Auditores; Vice-Presidente da Fundação CPC; Presidente do Conselho Federal de Contabilidade - CFC; Presidente do Grupo Latinoamericano de Emisores de Normas de Información Financiera – GLENIF, Consultor em Planejamento Estratégico, Gestão Estratégica da Qualidade, Responsabilidade Social e Balanço Social. Coordenador e Autor dos Livros “Proposta Nacional de Conteúdo para o Curso de Graduação em Ciências Contábeis” e “Gestão Pública Responsável”.

Fonte: Portal Fator Brasil.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

BNDES com Pão de Açúcar e Carrefour????

Segue a reportagem interessande...

Vídeo aqui..

"Uma história mal contada". É assim que o editor de Mercado, Raul Juste Lores, se refere no debate acima ao aporte de recursos realizado pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para a fusão entre o grupo Pão de Açúcar e a rede francesa Carrefour.
"Entre a briga do [sócio francês] Casino e o Pão de Açucar, por que o Estado brasileiro tem que entrar com R$ 4 bilhões?, questiona o editor em conversa com os repórteres Mario Cesar Carvalho e Toni Sciarretta.
Lores ainda explica que entre os argumentos usados pelo governo está a distribuição de produtos brasileiros pelo mundo. "A gente sabe que o Brasil é um país muito caro. Então, que produtos vão sair daqui e serem comprados na China ou na França?"
Já a ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil) negou que haja recurso público na fusão e que essa é uma ação de mercado da BNDESPar, braço de participações do banco em empresas privadas, e não passa pelo crivo do governo.
GIGANTE VAREJISTA
Contra a vontade do Casino, o empresário Abilio Diniz se associou ao banco BTG Pactual e ao BNDES para comprar as operações do Carrefour no Brasil, formando um gigante sem concorrente à altura e com 32% do varejo supermercadista brasileiro.
Se a operação for aprovada, a nova empresa teria 11,7% do Carrefour mundial, deixando os brasileiros na posição de maiores acionistas da rede francesa no mundo.

Fonte: Estadão.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Falecimento do Dr. Goldratt criador da TEORIA DAS RESTRIÇÕES (TOC).

Segue nota sobre o "Falecimento do Dr. Goldratt criador da TEORIA DAS RESTRIÇÕES (TOC)."

Via Contabilidade Financeira.

Destaco que este livro (A Meta) é ímpar. Meu primeiro contato com ele foi ainda na Graduação, onde o prof. Ruy, de português, solicitou que fizessemos uma leitura.
Depois disto, foi na especializalão, no mestrado e até hoje com o filme "A Meta".

Vale destacar que o outro livro dele, Corrente Crítica, também é muito bom. Fala de um professor que tem como desafio ministrar aulas na pós-graduação. Vale a pena

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Abertura de curso de Especialização no DCCA/UnB

O Departamento de Ciências Contábeis e Atuariais da UnB está com dois cursos de especialização abertos:
1) Planejamento Tributário, e
2)Contabilidade Societária com ênfase em IFRS.
Mais detalhes, folders e fichas de inscrições, clique aqui.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Efeitos dos IFRS 2: Raros, profissionais da área inflacionam mercado

Multidisciplinar. Especialista do setor em que sua empresa atua. Alinhado às estratégias da companhia. Colaborador freqüente de seus diversos departamentos. E muito difícil de ser encontrado.

Essas são algumas das principais características dos contadores e auditores que o mercado busca para aplicar as novas normas contábeis.

A dificuldade em formar e treinar esse tipo de mão de obra, altamente especializada, já pode ser notada na ponta final. Empresas de todos os tipos, segmentos e tamanhos têm encontrado barreiras para atrair o
profissional adequado.

Pesquisa inédita da Robert Half mostra que o Brasil é, de longe, o país cujas empresas mais pretendem ampliar suas equipes de finanças e contabilidade. Até o final do ano, 54% das companhias entrevistadas vão buscar novos profissionais. Crescimento dos negócios (53%) e aumento da carga de trabalho (30%) são os principais motivadores do movimento, diz o levantamento.

“Em menos de dois meses é  impossível preencher uma vaga dessas. Temos como cliente uma empresa que busca um profissional de ponta há oito meses”, diz Mário Custódio, especialista em recrutamento da divisão
de finanças e contabilidade da Robert Half.

Para iniciar a implantação do International Financial Reporting Standards (IFRS) diversas organizações de grande porte contrataram os serviços de consultorias especializadas, diz Custódio. O treinamento ajudou a capacitar parte das equipes internas. Mas é insuficiente para tornar alguém especialista no tema. “O volume de trabalho das áreas contábeis é grande e as companhias percebem que precisam de alguém que conheça em profundidade o IFRS
e saiba aplicar as normas”.

Um fator que impede o preenchimento de vagas é a pouca familiaridade dos candidatos com a língua inglesa aplicada aos conhecimentos contábeis, explica o especialista da Robert Half.

Tão raros no mercado, profissionais para essas funções estão muito valorizados. Dependendo do tamanho da empresa contratante, o salário de um especialista pode chegar a cerca de R$ 12 mil mensais.

“Recentemente, uma empresa queria pagar R$ 7 mil. Até conseguiu o profissional pelo valor, mas seu inglês deixava a desejar, o que fez o montante subir na busca de outro profissional”, diz Custódio.

Quando se fala em cargos de nível gerencial, esses valores variam entre R$ 15 mil e R$ 20 mil.E não são apenas nos salários que contadores e auditores estão se destacando. Para reter talentos, as empresas estão dispostas
a melhorar pacotes de incentivo e plano de carreira.

Fonte: Brasil Econômico/Luciano Feltrin –  07/06/2011

Efeitos dos IFRS 1: Contador terá perfil executivo no futuro


Dica do Flávio, aluno de Teoria Contábil

terça-feira, 7 de junho de 2011

Harmonização no Setor Público Brasileiro: Audiência Pública do CFC

O Conselho Federal de Contabilidade (CFC)  oferece à Audiência Pública as seguintes minutas de Normas Brasileiras de Contabilidade.
São 14 NBC TSP em audiência (até o dia 15/06 são 7 e mais 7 até o dia 29/07/2011).
Para acessar as normas e enviar algum tipo de comentário, clique aqui.


Fonte: CFC