São
Paulo, 28 de outubro de 2013 - O saldo de investimento estrangeiro na
BM&FBovespa ficou positivo em R$ 800,6 milhões, no mês, até o dia
24. O valor é resultado de R$ 53,502 bilhões em compras e de R$ 52,702
bilhões em vendas de ações pelos estrangeiros. No ano, até
setembro, o saldo de investimento estrangeiro está positivo em R$
10,657 bilhões.
Laelya Longo / Agência CMA Copyright 2013 -
Agência CMA
Notícias sobre a Convergência Contábil e seus efeitos na contabilidade em âmbito Nacional e Internacional.
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Planejamento previdenciário e qualidade de vida
A aposentadoria deve e pode ser planejada ao longo do ciclo de vida financeira
Masakazu Hoji (*)
1. Introdução
Os
trabalhadores do setor público beneficiados pelo regime previdenciário
do Estatuto do Servidor Público, ao se aposentarem, continuam recebendo o
mesmo vencimento que recebiam enquanto na ativa. Com isso, terão um
futuro financeiro tranquilo.
Empregados
de empresas do setor privado ou de economia mista, que contribuem para
fundos de previdência fechada (fundos de pensão), também podem gozar dos
benefícios de uma aposentadoria tranquila do ponto de vista financeiro.
A
mesma sorte não tem a maioria dos trabalhadores do setor privado (sorte
ou planejamento de vida?), que, ao se aposentar pelo INSS (Instituto
Nacional de Seguro Social), recebe benefícios médios entre R$ 2,5 mil a
R$ 4 mil, dependendo da idade e tempo de contribuição (em 2013, o teto
de contribuição é de R$ 4.159). Como existe o desconto do fator
previdenciário aplicado para quem tem menos de 65 anos ao aposentar, a
maioria das pessoas não consegue receber benefício pelo teto máximo de
contribuição.
Pelas
regras atuais da previdência social, exceto em alguns casos especiais, o
homem que contribuiu por 35 anos ou a mulher que contribuiu por 30 anos
pode solicitar a aposentadoria integral (sujeita à redução do valor de
benefício com a aplicação do fator previdenciário). Para solicitar a
aposentadoria por tempo de contribuição proporcional, o homem precisa
ter idade mínima de 53 anos e a mulher, 48.
A
cultura previdenciária não está muito evoluída no Brasil, em parte, por
culpa das altas taxas de inflação com que convivemos até os meados da
década de 1990. Entretanto, o aumento da longevidade da população
brasileira exige que a ideia de planejamento financeiro de longo prazo,
que nos remete ao conceito de planejamento previdenciário, seja cada vez mais divulgada e adotada por jovens.
Por
que devemos pensar em coisas que vão ocorrer daqui a 30 ou 40 anos? É
possível planejar eventos tão longínquos? E, como fazer isso? Como
calcular os valores ideais de benefícios de aposentadoria? Como acumular
o patrimônio? Por falta de cultura de planejamento financeiro de longo
prazo e de cultura previdenciária, muitos não sabem como responder a
essas indagações, pois esses conceitos não são ensinados em escolas.
Alguns pensam que, ao contribuir para a previdência social, sua velhice
estará garantida. Outros adquirem plano de previdência complementar em
instituição financeira com contribuição mensal de valor irrisório,
imaginando que receberá um polpudo benefício ao se aposentar.
Neste
artigo, pretendemos dar uma pequena contribuição para compreender, sob o
aspecto financeiro, as fases e os procedimentos de planejamento
previdenciário.
2. Sistema previdenciário
No
Brasil, o sistema previdenciário dos trabalhadores que não se enquadram
como servidores públicos estatutários está organizado sob o tripé
formado por seguintes instituições:
1) previdência social;
2) previdência complementar fechada; e
3) previdência complementar aberta.
A previdência social é
mantida pelo Governo Federal. A contribuição para a previdência social é
compulsória para trabalhadores com vínculo de emprego formal, mas podem
contribuir também pessoas de outras classes, tais como os empregadores,
trabalhadores autônomos, empregados domésticos, trabalhadores avulsos,
donas de casa, desempregados, estudantes etc.
No
sistema previdenciário social, as contribuições têm efeito
distributivo, isto é, não formam uma poupança individual, e as
contribuições dos trabalhadores ativos são utilizados para formar a
massa de contribuições para pagamento de benefícios dos aposentados. O
valor do benefício, bem como o valor das contribuições, são determinados
dentro de uma faixa de valores. Existe, portanto, um teto máximo para o
benefício.
Inserido
no Sistema Financeiro Nacional, o Sistema de Previdência Complementar é
normatizado pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP)
e Conselho de Gestão de Previdência Complementar (CGPC). É
supervisionado, respectivamente, pela Superintendência de Seguros
Privados (Susep) e Secretaria de Previdência Complementar (SPC), e
operado pelas instituições do mercado (ver quadro abaixo). O CNSP e a
Susep são responsáveis também pelo mercado de seguros e resseguros.
Entidades do mercado de seguros e previdência complementar.
Orgãos normativos
|
Entidades supervisoras
|
Operadores
|
||||
Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP)
|
Superintendência de Seguros Privados (Susep)
|
Ressegura-dores
|
Sociedades seguradoras
|
Sociedades de capitalização
|
Entidades abertas de previdência complementar
|
|
Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC)
|
Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC)
|
Entidades fechadas de previdência complementar
|
||||
(fundos de pensão)
|
||||||
A previdência complementar fechada
é patrocinada sem finalidade lucrativa por empresas a seus empregados e
pelas associações de classe a seus associados, com participação
voluntária. As contribuições são caracterizadas pelo regime de
capitalização e são individualizadas, formando o patrimônio individual
do participante.
Os
planos de benefícios podem se dar na forma de benefício definido ou
contribuição definida. No primeiro caso, o benefício complementar é
determinado no momento da adesão e, no segundo caso, o benefício
complementar é determinado no momento de sua concessão com base no saldo
acumulado durante o período de contribuição.
A previdência complementar aberta
é administrada por instituições financeiras que cobram taxa de
administração. As contribuições são caracterizadas pelo regime de
capitalização e são individualizadas, formando o patrimônio individual
do participante.
Geralmente,
os planos de benefícios são na forma de contribuição definida, isto é, a
contribuição é determinada com base em previsão de benefício futuro.
3. Fontes da renda de aposentadoria
A
maioria das pessoas contribui para a previdência social, mas não possui
a previdência privada complementar. O indivíduo deve possuir outras
fontes de renda além da previdência social, pois somente esta pode não
ser suficiente para suprir suas necessidades básicas no futuro.
A
renda mensal de aposentadoria pode ser gerada pela previdência social,
fundo de pensão, previdência privada aberta, aluguel, dividendo, lucro,
juro, ações; enfim, por qualquer uma das fontes citadas ou outras fontes
de recursos.
É
importante o indivíduo estar inscrito e contribuir para a previdência
social (INSS). Igualmente, é importante o indivíduo possuir plano de
previdência complementar; é importante possuir outras fontes de renda.
Enfim, para ter segurança no futuro, é preciso diversificar.
Alguns
empresários continuam trabalhando mesmo em idade avançada, muitos por
gostarem das atividades que executam. Daí, continuam tirando a renda.
Mas, para a maioria dos indivíduos, é importante ter a previdência
social e a previdência complementar, pois nem todos terão disposição e
fôlego para continuar trabalhando em idade avançada, sem mencionar que
existirá a natural dificuldade de conseguir trabalho a cada avanço da
idade.
4. Quando e com que patrimônio acumulado aposentar-se
O
planejamento financeiro de longo prazo nos remete ao conceito de
planejamento previdenciário. Sem um adequado plano de previdência, não
há como ter uma aposentadoria digna. A falta de cultura previdenciária
não é uma característica somente dos brasileiros. Isso ocorre no mundo
todo, na maioria dos países em desenvolvimento, ou mesmo, em países
desenvolvidos.
O
planejamento previdenciário não deve ser deixado para os últimos anos
que antecedem a aposentadoria. Deve iniciar-se em tenra idade, pois a
população brasileira está vivendo cada vez mais, o que implica
necessidade de poupar cada vez mais. Segundo os estudos divulgados pelo
IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a expectativa de
vida dos brasileiros que nasceram em 2013 é de 74,8 anos (74 anos, 9
meses e 18 dias), sendo 71,3 anos para homens e 78,5 anos para mulheres.
De
acordo com a tabela de sobrevida utilizada pelo Ministério da
Previdência Social para concessão de benefícios de aposentadoria, o
brasileiro com 65 anos de idade que aposentar-se em 2013, terá uma
sobrevida de 17,6 anos, ou seja, deverá viver até completar 82,6 anos.
A
idade ideal para aposentar-se será quando você tiver um patrimônio
acumulado que produza renda suficiente para manter o padrão de vida de
antes da aposentadoria. Se você tiver acumulado um patrimônio suficiente
com idade de 50 anos, poderá aposentar-se nessa idade. Porém, se, aos
65 anos, ainda não tiver acumulado um patrimônio suficiente, terá que
adiar a aposentadoria por mais alguns anos, para evitar problemas
financeiros no futuro, caso pretenda manter o mesmo padrão de vida de
antes da aposentadoria.
Qual
é o valor do patrimônio que você precisaria ter para aposentar-se? A
renda necessária para viver durante o período de aposentadoria é
estimado em torno de 3/4 (75%) da renda obtida às vésperas da
aposentadoria. Essa redução justifica-se, pois nessa idade, já não
existem gastos com os filhos, com a compra de imóvel etc. Mas, atenção!
Aumentam os gastos com remédios e planos de saúde.
Se,
por exemplo, a renda mensal antes da aposentadoria era de R$ 10 mil, o
aposentado precisará de cerca de R$ 7.500 durante o período de
aposentadoria. Considerando que uma parte da renda será paga pelo
sistema de previdência social, o patrimônio acumulado deverá gerar uma
renda para completar o restante. Aqui, estamos falando de “renda
líquida”, ou seja, aquele valor que podemos dispor para pagar as contas.
Aposentando-se
aos 55 anos de idade, com 35 anos de contribuição à previdência social
pelo teto máximo, o segurado receberá um benefício mensal de cerca de R$
2,6 mil, em valor de 2013, abatido do fator previdenciário calculado em
função do tempo de contribuição, a idade e a expectativa de sobrevida
(estima-se que essa pesssoa com 55 anos de idade viva até 80,1 anos).
Por
exemplo, para obter uma renda mensal de R$ 7.500, aposentando-se nas
condições descritas, o indivíduo vai necessitar de renda complementar no
valor de R$ 4.900, como segue:
(a) Renda mensal necessária: R$ 7.500
(b) Renda mensal de aposentadoria oficial: R$ 2.600
(a - b) Renda mensal complementar: R$ 4.900
A
renda líquida complementar de R$ 4.900 por mês deve ser gerado por
patrimônio acumulado, que pode ser representado por fundo de pensão,
fundo de previdência privada aberta, imóveis de aluguel, negócios
próprios, carteira de ações e aplicações financeiras em geral.
5. Formas de receber a renda mensal complementar
A renda mensal complementar pode ser recebida de duas formas:
a) renda perpétua;
b) renda por tempo determinado.
No
caso de possuir previdência privada, o beneficiário pode optar por
resgatar o capital acumulado de uma só vez ou na forma de renda
vitalícia (renda perpétua). Na renda vitalícia, o beneficiário recebe um
valor fixo por mês, determinado de acordo com as condições do plano
contratadas, ou seja, o capital acumulado deixa de ser seu e transfere o
risco de viver para a seguradora. Desde que esteja previsto em
contrato, a renda pode ser transferida para o cônjuge em caso de seu
falecimento.
Renda perpétua
Pelo
conceito de renda perpétua, o patrimônio (o capital) nunca será
consumido, gerando a renda permanentemente, de forma vitalícia. Vamos
considerar uma taxa de juro real de 2% ao ano (taxa de juros equivalente
a 0,165158% ao mês), de perfil conservador/moderado, no nosso exemplo.
Aplicando
a fórmula do "valor presente da perpetuidade", pode ser calculado o
patrimônio (capital) que o futuro aposentado precisaria possuir no
início do período de aposentadoria para receber a renda mensal de R$
4.900.
O cálculo de perpetuidade é bastante simples. A equação é a seguinte:
Valor presente da perpetuidade =
|
Valor dos juros
|
Taxa de juros
|
Aplicando a equação, temos:
| Valor presente da perpetuidade = |
4.900
|
= 2.966.856
|
0,00165158
|
Logo,
o indivíduo precisará possuir um patrimônio de R$ 2.966.856 no início
do período de aposentadoria para gerar uma renda mensal complementar de
R$ 4.900, à taxa de juro real de 2% ao ano (0,165158% ao mês) por prazo
indeterminado, isto é, permanentemente. Nesse caso, o patrimônio deve
ficar investido em ativos que sejam corrigidos pela inflação. Ao falecer
(infelizmente, um dia isso ocorrerá com todo mundo), o aposentado
poderá deixar uma herança no valor de R$ 2.966.856.
Renda por prazo determinado
Se
você não tem necessidade de deixar um legado aos herdeiros, seja por
que não queira, seja pela desnecessidade por que os filhos conseguiram
um bom padrão de vida, ou porque não tenha capacidade de investimento
suficiente, pode pensar em “consumir” o patrimônio (capital) durante o
período de aposentadoria. Nesse caso, o valor do patrimônio acumulado no
início do período de aposentadoria poderia ser menor, pois enquanto se
consome parte desse patrimônio, o saldo existente gerará renda (juro). O
único problema é adivinhar quantos anos mais você viverá. Por exemplo,
se estimar que viverá até 90 anos e ultrapassar essa idade, terá
consumido todo o patrimônio e não terá mais rendimento. Por outro lado,
poderá viver menos do que o estimado e, nesse caso, sobrará um saldo do
patrimônio (parte não consumida).
Suponha
que, no momento da aposentadoria, a expectativa de vida média do
brasileiro seja de 83 anos. Colocar uma margem de segurança em seu caso
particular poderia ser razoável. Assim, assuma que a “sua expectativa de
vida” seja de 95 anos. Essa estimativa pode ser refinada levando em
consideração as condições de saúde no momento da aposentadoria, pois uma
pessoa saudável que pratica atividades físicas regularmente tem chances
de atingir uma idade mais avançada do que outra que não apresenta boas
condições de saúde.
Podemos
calcular, então, a renda mensal por prazo determinado nas mesmas
condições da renda mensal vitalícia, isto é, para aposentar-se aos 55
anos, recebendo a renda mensal complementar de R$ 4.900 até a idade de
90 anos (durante 35 anos), o patrimônio necessário no momento da
aposentadoria seria de R$ 1.483.345 (em vez de R$ 2.966.856). Nessas
condições, após 90 anos de idade, o aposentado não possuirá mais
patrimônio, pois o terá “consumido” integralmente. Esse valor pode ser
calculado por meio de uma calculadora financeria, com os seguintes
dados:
Valor do benefício (PMT): R$ 4.900 por mês
Número de prestações (N): 420 prestações mensais
Taxa de juros (i): 0,165158% ao mês (equivalente a 2% ao ano)
Capital necessário (VP): ?? => R$ 1.483.345
6. Considerações finais
O
brasileiro está vivendo cada vez mais. A expectativa de vida dos
brasileiros nascidos em 2013 é de 74,8 anos. O estudo do IBGE divulgado
em 2013 indica que o País terá 5 milhões de idosos com idade de 90 anos
ou mais em 2060, atingindo a expectativa de vida média de 81,2 anos (78
anos para homens e 84,4 anos para mulheres).
Com
essa perspectiva, o planejamento previdenciário torna-se muito
importante e os jovens devem começar a se preocupar em acumular a
poupança necessária para viver com conforto no futuro.
Para saber como proceder durante o período de acumulação de patrimônio, veja a seguinte matéria: Como e quanto poupar para complementar a aposentadoria.
(*) Masakazu Hoji é professor universitário, palestrante e autor de livros de Finanças.
terça-feira, 21 de maio de 2013
Skol desbanca a Petrobras e torna-se a marca mais valiosa do país
A Skol desbanca grandes como a Petrobrás, Bradesco, Itaú e até a Vale.
Com valor de mercado de US$ 6,52 bilhões, marca da Ambev assume o topo em razão da forte queda (45%) do valor da estatal (12/4/2013 - 15:44 - Advillage)
A Skol foi reconhecida hoje, em evento da IstoÉ Dinheiro, como a marca brasileira mais valiosa do Brasil em 2013. Com um valor de US$ 6,5 bilhões, a marca de cerveja ultrapassou a Petrobras, que ficou em segundo lugar. O ranking, elaborado em parceria com a BrandAnalytics/Millward Brown, foi divulgado hoje pela manhã no Espaço Apas, em São Paulo.
A Brahma e a Antarctica, que como a Skol são marcas da AmBev, também aparecem entre as dez primeiras. A Bohemia, cerveja premium, ficou em 12º. Somadas, as quatro marcas são avaliadas em US$ 12,6 bilhões. As 50 marcas brasileiras mais valiosas totalizam US$# 53,9 bilhões, valor 9,5%, menor que o alcançado na pesquisa de 2012.
O ranking identificando as marcas mais fortes e valiosas, inclusive sob o ponto de vista daqueles que utilizam os produtos e serviços tem como fonte primária a BrandZ, pesquisa de mercado com consumidores finais conduzida pela Millward Brown, do Grupo WPP. Para apresente edição, foram entrevistados cerca de 12 mil brasileiros e pesquisadas 220 marcas, das quais 50 foram selecionadas para a avaliação.
Veja aqui, As 25 marcas mais valiosas em 2013 (os números entre parênteses indicam a colocação e o valor no ranking do ano passado).
Com valor de mercado de US$ 6,52 bilhões, marca da Ambev assume o topo em razão da forte queda (45%) do valor da estatal (12/4/2013 - 15:44 - Advillage)
A Skol foi reconhecida hoje, em evento da IstoÉ Dinheiro, como a marca brasileira mais valiosa do Brasil em 2013. Com um valor de US$ 6,5 bilhões, a marca de cerveja ultrapassou a Petrobras, que ficou em segundo lugar. O ranking, elaborado em parceria com a BrandAnalytics/Millward Brown, foi divulgado hoje pela manhã no Espaço Apas, em São Paulo.
A Brahma e a Antarctica, que como a Skol são marcas da AmBev, também aparecem entre as dez primeiras. A Bohemia, cerveja premium, ficou em 12º. Somadas, as quatro marcas são avaliadas em US$ 12,6 bilhões. As 50 marcas brasileiras mais valiosas totalizam US$# 53,9 bilhões, valor 9,5%, menor que o alcançado na pesquisa de 2012.
O ranking identificando as marcas mais fortes e valiosas, inclusive sob o ponto de vista daqueles que utilizam os produtos e serviços tem como fonte primária a BrandZ, pesquisa de mercado com consumidores finais conduzida pela Millward Brown, do Grupo WPP. Para apresente edição, foram entrevistados cerca de 12 mil brasileiros e pesquisadas 220 marcas, das quais 50 foram selecionadas para a avaliação.
Veja aqui, As 25 marcas mais valiosas em 2013 (os números entre parênteses indicam a colocação e o valor no ranking do ano passado).
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
IASB daily staff Update—19 February 2013
Tenho recebido semanalmente informações sobre o processo de discussão e elaboração dos padrões internacionais do IASB.
Nesta semana foi discutido, em Londres, sobre a Estrutura Conceitual, Contratos de Seguros, Reconhecimento de Receita e Leasing.
O importante neste processo é que a newsletter que recebo traz um feedback da reunião anterior sobre cada tema.
Segue a intrega.
Previous sessions
Fair value measurement: unit of account
The IASB discussed the unit of account for investments in subsidiaries, joint ventures and associates. The IASB had received two letters asking whether the unit of account for such investments is the investment as a whole or the individual financial assets that make up the investment. The IASB also discussed the interaction between the unit of account of those investments and their fair value measurement.
The IASB did not make a decision and asked the staff to perform additional analysis and bring the topic again to a future meeting.
IFRIC Update
The IASB received an update from the January 2013 meeting of the IFRS Interpretations Committee. Details of the meeting were published in IFRIC Update, which is available by clicking here.
Annual improvements 2010-2012
The IASB discussed four of the eleven proposed Improvements to IFRSs from the Exposure Draft published in May 2012. On the basis of the comments that the IASB received from respondents and the recommendations of the IFRS Interpretations Committee, the IASB tentatively decided to finalise the following four proposed amendments:
All IASB members agreed subject to some minor wording amendments.
Hedge accounting
Novation of derivatives
At the January 2013 IASB meeting, the IASB agreed to grant relief from the requirement to discontinue hedge accounting in the circumstance in which a derivative is required to be novated to a central counterparty (CCP) when the novation is required by laws or regulations. To provide this relief, the IASB had agreed to propose narrow-scope amendments to IAS 39 Financial Instruments: Recognition and Measurement and IFRS 9 Financial Instruments.
At this meeting, the staff presented an oral update on developments since the last IASB meeting. The staff informed the IASB that some stakeholders had advised that the novation to a CCP would in many cases be accompanied by some other changes to the derivative beyond merely the change of counterparty. For example, changes to collateral requirements of the novated derivative may be required.
Consequently the staff recommended that the intended relief from the discontinuation of hedge accounting, should be permitted if such changes accompany the novation. The staff also noted that changes to the collateral requirements for the novated derivative would affect the fair value of that derivative, and that this change in fair value would need to be reflected in measurement of the derivative and in the assessment of the effectiveness of the hedge relationship.
The IASB agreed with the staff’s observations and to the change needed to the proposed amendment.
The staff also informed the IASB that the Trustees’ Due Process Oversight Committee (DPOC) had approved the 30-day comment period of the proposed amendment.
Next steps
The staff will prepare an Exposure Draft based on these decisions and will begin the balloting process for publication.
Leases
The IASB met on 18 February 2013 to discuss how to account for right-of-use assets that meet the definition of investment property in accordance with IAS 40 Investment Property as a consequence of the changes being proposed to lease accounting.
The IASB tentatively decided to require an entity to account for right-of-use assets in accordance with IAS 40 if the leased property meets the definition of an investment property.
All IASB members agreed.
Insurance Contracts
The IASB held an education session on 18 February 2013 in preparation for its decision on whether to proceed to ballot the revised Exposure Draft Insurance Contracts.The IASB was presented with an overview of the proposed model for accounting for insurance contracts. In addition, the IASB considered the ways in which it had addressed the comments of respondents on the 2010 Exposure Draft Insurance Contracts.
No decisions were made.
Today's sessions
Conceptual Framework
In this meeting the IASB discussed the definition of an asset, the definition of a liability and the recognition criteria to be included in its Discussion Paper on the Conceptual Framework. A full update on all aspects of the Conceptual Framework discussions will be provided at the end of the week.
Insurance Contracts
The IASB met on 19 February 2013 to complete its planned technical discussions of the proposed model for accounting for insurance contracts. The IASB discussed the transition requirements for contracts acquired through a business combination and reviewed the due process necessary before beginning the balloting process. The IASB staff requested permission to begin the balloting process for the revised Exposure Draft.
Transition requirements for contracts acquired through a business combination
The IASB tentatively decided that:
Nesta semana foi discutido, em Londres, sobre a Estrutura Conceitual, Contratos de Seguros, Reconhecimento de Receita e Leasing.
O importante neste processo é que a newsletter que recebo traz um feedback da reunião anterior sobre cada tema.
Segue a intrega.
The International Accounting Standards Board began its public meetings for this
month on Monday 18 February 2013, at the IASB offices in London, UK. The
meetings will conclude on Friday 22 February.
This staff update is a draft summary of decisions taken by the IASB at today’s meeting. These decisions are tentative and may be subject to change in future meetings. A final summary will be published in IASB Update shortly after the February meetings conclude.
The topics discussed at today’s IASB meeting were:
This staff update is a draft summary of decisions taken by the IASB at today’s meeting. These decisions are tentative and may be subject to change in future meetings. A final summary will be published in IASB Update shortly after the February meetings conclude.
The topics discussed at today’s IASB meeting were:
·
Conceptual
Framework
·
Insurance
Contracts
·
Revenue
Recognition
·
Leases
Previous sessions
Fair value measurement: unit of account
The IASB discussed the unit of account for investments in subsidiaries, joint ventures and associates. The IASB had received two letters asking whether the unit of account for such investments is the investment as a whole or the individual financial assets that make up the investment. The IASB also discussed the interaction between the unit of account of those investments and their fair value measurement.
The IASB did not make a decision and asked the staff to perform additional analysis and bring the topic again to a future meeting.
IFRIC Update
The IASB received an update from the January 2013 meeting of the IFRS Interpretations Committee. Details of the meeting were published in IFRIC Update, which is available by clicking here.
Annual improvements 2010-2012
The IASB discussed four of the eleven proposed Improvements to IFRSs from the Exposure Draft published in May 2012. On the basis of the comments that the IASB received from respondents and the recommendations of the IFRS Interpretations Committee, the IASB tentatively decided to finalise the following four proposed amendments:
a.
IFRS 2 Share-based Payment—Definition
of ‘vesting conditions’;
b.
IFRS 8 Operating Segments—Aggregation
of operating segments;
c.
IFRS 8 Operating Segments—Reconciliation
of the total of the reportable segments’ assets to the entity’s assets; and
d.
IFRS 13 Fair Value Measurement—Short-term
receivables and payables.
All IASB members agreed subject to some minor wording amendments.
Hedge accounting
Novation of derivatives
At the January 2013 IASB meeting, the IASB agreed to grant relief from the requirement to discontinue hedge accounting in the circumstance in which a derivative is required to be novated to a central counterparty (CCP) when the novation is required by laws or regulations. To provide this relief, the IASB had agreed to propose narrow-scope amendments to IAS 39 Financial Instruments: Recognition and Measurement and IFRS 9 Financial Instruments.
At this meeting, the staff presented an oral update on developments since the last IASB meeting. The staff informed the IASB that some stakeholders had advised that the novation to a CCP would in many cases be accompanied by some other changes to the derivative beyond merely the change of counterparty. For example, changes to collateral requirements of the novated derivative may be required.
Consequently the staff recommended that the intended relief from the discontinuation of hedge accounting, should be permitted if such changes accompany the novation. The staff also noted that changes to the collateral requirements for the novated derivative would affect the fair value of that derivative, and that this change in fair value would need to be reflected in measurement of the derivative and in the assessment of the effectiveness of the hedge relationship.
The IASB agreed with the staff’s observations and to the change needed to the proposed amendment.
The staff also informed the IASB that the Trustees’ Due Process Oversight Committee (DPOC) had approved the 30-day comment period of the proposed amendment.
Next steps
The staff will prepare an Exposure Draft based on these decisions and will begin the balloting process for publication.
Leases
The IASB met on 18 February 2013 to discuss how to account for right-of-use assets that meet the definition of investment property in accordance with IAS 40 Investment Property as a consequence of the changes being proposed to lease accounting.
The IASB tentatively decided to require an entity to account for right-of-use assets in accordance with IAS 40 if the leased property meets the definition of an investment property.
All IASB members agreed.
Insurance Contracts
The IASB held an education session on 18 February 2013 in preparation for its decision on whether to proceed to ballot the revised Exposure Draft Insurance Contracts.The IASB was presented with an overview of the proposed model for accounting for insurance contracts. In addition, the IASB considered the ways in which it had addressed the comments of respondents on the 2010 Exposure Draft Insurance Contracts.
No decisions were made.
Today's sessions
Conceptual Framework
In this meeting the IASB discussed the definition of an asset, the definition of a liability and the recognition criteria to be included in its Discussion Paper on the Conceptual Framework. A full update on all aspects of the Conceptual Framework discussions will be provided at the end of the week.
Insurance Contracts
The IASB met on 19 February 2013 to complete its planned technical discussions of the proposed model for accounting for insurance contracts. The IASB discussed the transition requirements for contracts acquired through a business combination and reviewed the due process necessary before beginning the balloting process. The IASB staff requested permission to begin the balloting process for the revised Exposure Draft.
Transition requirements for contracts acquired through a business combination
The IASB tentatively decided that:
1.
in applying the
transition requirements for insurance contracts, an insurer should account for
the in-force contracts that were previously acquired through a business
combination using:
a.
the date of the
business combination as the date of inception of those contracts; and
b.
the fair value of
those contracts at the date of the business combination as the premium
received.
2.
when an insurer first
applies the forthcoming Insurance Contracts Standard to insurance contracts
that were previously acquired through a business combination, any gains or
losses should adjust retained earnings (rather than goodwill).
All IASB members agreed.
Permission to ballot a revised Exposure Draft for insurance contracts
In September 2012, the IASB agreed to publish a revised Exposure Draft of the proposals on accounting for insurance contracts but to seek feedback only on the following issues:
Permission to ballot a revised Exposure Draft for insurance contracts
In September 2012, the IASB agreed to publish a revised Exposure Draft of the proposals on accounting for insurance contracts but to seek feedback only on the following issues:
1.
treatment of
participating contracts;
2.
presentation of
premiums and claims in the statement of comprehensive income;
3.
treatment of the
unearned profit in an insurance contract;
4.
presenting, in other
comprehensive income, the effect of changes in the discount rate used to
measure the insurance contract liability; and
5.
the approach to
transition.
At its meeting in September 2012, the IASB noted that, while the
revised Exposure Draft would include the full text of the proposed Standard, it
would also be necessary to clearly inform stakeholders that the IASB does not
intend to revisit aspects of the proposed Standard other than the areas it has
targeted for re-exposure.
At this meeting, the IASB concluded that it had met the due process requirements to begin the balloting process. The IASB also noted that it has undertaken extensive outreach and comprehensively addressed the comments from respondents to the 2010 Exposure Draft Insurance Contracts. The IASB intends to undertake fieldwork with preparers and users of financial statements during the comment period to assess the costs and benefits of the targeted proposals. Accordingly, the IASB gave permission to begin the process of balloting the revised Exposure Draft.
All IASB members agreed. One member noted his intention to dissent from the publication of the revised Exposure Draft.
The IASB tentatively decided that the revised Exposure Draft should be open for comments for 120 days.
All IASB members agreed.
Next steps
The IASB will proceed with the balloting process and plans to publish the revised Exposure Draft for comment in Q2 2013.
Reports for the following sessions were not available for inclusion in today's daily Update and will be included in tomorrow's daily Update, if available:
At this meeting, the IASB concluded that it had met the due process requirements to begin the balloting process. The IASB also noted that it has undertaken extensive outreach and comprehensively addressed the comments from respondents to the 2010 Exposure Draft Insurance Contracts. The IASB intends to undertake fieldwork with preparers and users of financial statements during the comment period to assess the costs and benefits of the targeted proposals. Accordingly, the IASB gave permission to begin the process of balloting the revised Exposure Draft.
All IASB members agreed. One member noted his intention to dissent from the publication of the revised Exposure Draft.
The IASB tentatively decided that the revised Exposure Draft should be open for comments for 120 days.
All IASB members agreed.
Next steps
The IASB will proceed with the balloting process and plans to publish the revised Exposure Draft for comment in Q2 2013.
Reports for the following sessions were not available for inclusion in today's daily Update and will be included in tomorrow's daily Update, if available:
·
Revenue
Recognition
·
Leases
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Quantidade de doutores e mestre em contabilidade no Brasil
Hoje li uma postagem muito interessante, da amiga Isabel Sales, que trata sobre a quantidade de doutores (~250) e mestres (~3000) titulados no Brasil.
Leia aqui: http://contabilidadefinanceira.blogspot.com.br/2013/02/contabilidade-3-mil-mestres-e-250.html
Leia aqui: http://contabilidadefinanceira.blogspot.com.br/2013/02/contabilidade-3-mil-mestres-e-250.html
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Preocupação com balanços americanos abala mercados
Após o Congresso dos Estados Unidos aprovar
medidas para a suspensão do teto da dívida até 19 de maio, o que
alavancou ganhos nas bolsas mundiais ontem, o dia pode seguir o cenário
positivo e gerar ganhos novamente nos mercados.
Mas, nesta manhã, o tom negativo fica por conta de balanços americanos ruins. Neste sentido, o Ibovespa futuro sinaliza abertura em baixa de 0,14%.
Além disso, um tom pessimista na ata do Copom, divulgada nesta quinta-feira (24/1), pelo Banco Central, tende gerar preocupação e cautela. O comitê demonstrou preocupação com a alta de preços, e desenhou um cenário mais pessimista para a atividade econômica brasileira.
Por outro lado, indicadores surpreendentes na China e na Europa contribuem para o bom humor dos investidores.
A atividade industrial da China registrou melhora em seu desempenho em janeiro, passando de 51,5 pontos em dezembro para 51,9 pontos em janeiro. As condições de negócios aceleraram no ritmo mais rápido em dois anos, e o índice se manteve acima da marca de 50 pontos, que divide a expansão da contração.
Essa notícia pode contribuir para as ações das empresas ligadas ao setor de commodities, com Vale, Gerdau e Usiminas.
O setor privado da Alemanha registrou o melhor nível de atividade dos últimos 12 meses, seguindo a tendência de retomada averiguada nos últimos meses de 2012. O índice composto aumentou para 53,6 pontos em janeiro, contra 50,3 pontos no mês anterior, apontando expansão pelo segundo mês seguido.
No entanto, as bolsas seguem em direções opostas. Há pouco, o CAC 40, de Paris, sobe 0,19%, o DAX, da Alemanha, cai 0,07% e o FTSE 100, de Londres, avança 0,33%.
Nos Estados Unidos, os futuros em Wall Street mostram de mau humor, refletindo o balanço ruim da Apple e a notícia de que o Japão teve um déficit comercial recorde em 2012. O lucro da gigante de tecnologia teve o avanço mais lento desde 2003 e o menor aumento nas vendas em 14 trimestres.
Em meio a isso, o futuro do Dow Jones tem leve alta de 0,05%, o S&P perde 0,19% e o Nasdaq, que negocia as ações das empresas de tecnologia, desvaloriza 1,29%.
Entre os indicadores, os novos pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos são aguardados com expectativa, além da atividade industrial na região e a prévia do desempenho da economia.
Fonte: Brasil Econômico
Mas, nesta manhã, o tom negativo fica por conta de balanços americanos ruins. Neste sentido, o Ibovespa futuro sinaliza abertura em baixa de 0,14%.
Além disso, um tom pessimista na ata do Copom, divulgada nesta quinta-feira (24/1), pelo Banco Central, tende gerar preocupação e cautela. O comitê demonstrou preocupação com a alta de preços, e desenhou um cenário mais pessimista para a atividade econômica brasileira.
Por outro lado, indicadores surpreendentes na China e na Europa contribuem para o bom humor dos investidores.
A atividade industrial da China registrou melhora em seu desempenho em janeiro, passando de 51,5 pontos em dezembro para 51,9 pontos em janeiro. As condições de negócios aceleraram no ritmo mais rápido em dois anos, e o índice se manteve acima da marca de 50 pontos, que divide a expansão da contração.
Essa notícia pode contribuir para as ações das empresas ligadas ao setor de commodities, com Vale, Gerdau e Usiminas.
O setor privado da Alemanha registrou o melhor nível de atividade dos últimos 12 meses, seguindo a tendência de retomada averiguada nos últimos meses de 2012. O índice composto aumentou para 53,6 pontos em janeiro, contra 50,3 pontos no mês anterior, apontando expansão pelo segundo mês seguido.
No entanto, as bolsas seguem em direções opostas. Há pouco, o CAC 40, de Paris, sobe 0,19%, o DAX, da Alemanha, cai 0,07% e o FTSE 100, de Londres, avança 0,33%.
Nos Estados Unidos, os futuros em Wall Street mostram de mau humor, refletindo o balanço ruim da Apple e a notícia de que o Japão teve um déficit comercial recorde em 2012. O lucro da gigante de tecnologia teve o avanço mais lento desde 2003 e o menor aumento nas vendas em 14 trimestres.
Em meio a isso, o futuro do Dow Jones tem leve alta de 0,05%, o S&P perde 0,19% e o Nasdaq, que negocia as ações das empresas de tecnologia, desvaloriza 1,29%.
Entre os indicadores, os novos pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos são aguardados com expectativa, além da atividade industrial na região e a prévia do desempenho da economia.
Fonte: Brasil Econômico
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Lançamento na primeira "Bolsa Verde" no Brasil
Será lançada hoje a primeira "bolsa verde" para comercialização de ativos ambientais no mercado futuro. A Bolsa Verde do Rio de Janeiro (BVRio) entrará em operação com cerca de 100 ofertas de títulos de florestas excedentes em propriedades rurais do país.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Bolsas chinesas de Hong Kong, Xangai e Shenzen formam joint venture
HONG KONG - As bolsas
chinesas de Hong Kong, Xangai e Shenzhen anunciaram hoje uma joint
venture para elevar a competitividade em um momento de significativa
volatilidade no mercado de capitais.
Fonte: Valor Êconomico
quinta-feira, 14 de junho de 2012
IASB e FASB concordaram sobre um padrão para o leasing
O International Accounting Standards Board (IASB) e o Financial Accounting Standards Board (FASB) concordaram hoje em uma abordagem para a contabilização do leasing, como parte de um projeto de revisão do International Financial Reporting Standards (IFRS) e os EUA Geralmente Aceitos de Contabilidade princípios (GAAP dos EUA).
Leia mais aqui.
Leia mais aqui.
terça-feira, 12 de junho de 2012
Ágio pago pela Claro e Vivo
A Claro e a Vivo arremataram hoje as duas primeiras licenças
nacionais da quarta geração da telefonia celular (4G), as mais
valorizadas da licitação. Além da cobertura nacional, estas outorgas
terão capacidade disponível de 20 MHz.
Com o lance de R$ 844,519 milhões, a Claro arrematou a primeira. Este lance resultou em um ágio de 34% sobre o preço mínimo (R$ 630,191 milhões). A Vivo levou a segunda licença por R$ 1,050 bilhão, o que representou um ágio de 66,6% sobre o preço mínimo (R$ 630,191 milhões).
Oi e TIM arrecadaram as outras duas outorgas, de 10 MHZ, com ágio menor. A Oi irá desembolsar R$ 330,8 milhões (ágio de 5% sobre o mínimo de R$ 315, 10). Já a TIM venceu com lance de R$ 340 milhões (ágio de 7,9% sobre o mesmo preço mínimo)
Como não houve interessados no primeiro lote (Lote 1), envolvendo a faixa de 450 megahertz (MHz), a Claro receberá obrigações de oferecer serviços de telefonia e internet na zona rural em toda a região Norte, nos Estados de Maranhão, Bahia e São Paulo – esse último somente com cobertura em áreas com o DDD 11 e 12.
A Vivo deverá oferecer serviços de telefonia e internet na zona rural em Alagoas, Sergipe, Paraíba, Pernambuco, Ceará Piauí, Minas Gerais e demais áreas do interior de São Paulo.
Caberá à Oi atender com serviços de telefonia e internet na zona rural na região Centro-Oeste e no Estado do Rio Grande do Norte. A TIM terá a obrigação de fornecer serviços de telefonia e internet na zona rural dos Estados do Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Espírito Santo.
Com o lance de R$ 844,519 milhões, a Claro arrematou a primeira. Este lance resultou em um ágio de 34% sobre o preço mínimo (R$ 630,191 milhões). A Vivo levou a segunda licença por R$ 1,050 bilhão, o que representou um ágio de 66,6% sobre o preço mínimo (R$ 630,191 milhões).
Oi e TIM arrecadaram as outras duas outorgas, de 10 MHZ, com ágio menor. A Oi irá desembolsar R$ 330,8 milhões (ágio de 5% sobre o mínimo de R$ 315, 10). Já a TIM venceu com lance de R$ 340 milhões (ágio de 7,9% sobre o mesmo preço mínimo)
Como não houve interessados no primeiro lote (Lote 1), envolvendo a faixa de 450 megahertz (MHz), a Claro receberá obrigações de oferecer serviços de telefonia e internet na zona rural em toda a região Norte, nos Estados de Maranhão, Bahia e São Paulo – esse último somente com cobertura em áreas com o DDD 11 e 12.
A Vivo deverá oferecer serviços de telefonia e internet na zona rural em Alagoas, Sergipe, Paraíba, Pernambuco, Ceará Piauí, Minas Gerais e demais áreas do interior de São Paulo.
Caberá à Oi atender com serviços de telefonia e internet na zona rural na região Centro-Oeste e no Estado do Rio Grande do Norte. A TIM terá a obrigação de fornecer serviços de telefonia e internet na zona rural dos Estados do Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Espírito Santo.
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